Os cães ansiosos são hiperativos e carentes de atenção, por isso estão sempre tentando chamar a atenção e nunca relaxam. É possível diagnosticar comportamentos relacionados à ansiedade, como fobias e medo de separação.

Os fatores de ansiedade são influenciados por questões genéticas e ambientais como o ambiente em que o cão fica.

Ficar sozinho é um fator que gera mais ansiedade, pois são poucos os cães que ficam sós o dia inteiro e ainda mantém estabilidade emocional.

Outro fator importante é a falta de distração. Cães se distraem olhando para a rua, brincando com bolinhas, roendo ossos etc. Não ter esses fatores faz com que toda a energia do cão fique canalizada para a hora em que o tutor chega.

As pessoas que convivem com o cão e o próprio tutor acabam por evitar a presença dele, o que acaba gerando um ciclo vicioso.

 

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A combinação do uso de  fluoxetina e clorazepato dipotássico com algumas mudanças no comportamento dos tutores demonstram ótimos resultados no tratamento da ansiedade canina.

São doses diárias durante um ou dos meses, a depender do caso a ser avaliado pelo médico veterinário.

Além disso é possível seguir um programa para gerar a modificação do comportamento do tutor a fim de ensinar o cão a tolerar a ausência do tutor e criar novos hábitos.

A mudança de rotina deve ser feita de forma gradual, com pequenas ausências.

Outro ponto é evitar a interação enquanto o cão estiver ansioso querendo chamar a atenção para não incentivar. O animal deve ser gratificado quando estiver tranquilo e calmo.

Atenção: o cão não deve receber gratificações nas partidas ou chegadas, pois isso aumenta a ansiedade.

Outros fatores devem ser analisados, como o diagnóstico de  pânico. Assim, é fundamental que o médico veterinário analise o cão e defina o melhor tratamento para o caso dele.